Rivais na música, Elis Regina e Nara Leão compartilham data (19/01/2012)  Elis Regina e Nara Leão em foto da década de 60, época de exacerbada rivalidade entre as cantoras Rivais na cena musical e na vida amorosa, Elis Regina e Nara Leão compartilham uma data: esta quinta-feira, 19 de janeiro de 2012. No mesmo dia em que a gaúcha famosa por sucessos como “Águas de Março” completa 30 anos de morte, a capixaba que aderiu à Jovem Guarda e ao Tropicalismo comemoraria 70 anos de idade. Apesar da coincidência na efeméride, as homenagens às cantoras não são proporcionais. Elis terá o lançamento do projeto dos filhos Maria Rita e João Marcelo Bôscoli "Viva Elis", uma exposição multimídia que rodará o Brasil em 2012, além dos shows de Rita em homenagem à mãe. A cantora também ganhou releitura de sua biografia, "Furacão Elis", republicada pela editora Leya neste mês. O canal Viva apresentou o programa "Som Brasil: Tributo a Elis Regina", com entrevistas de familiares e um show que reuniu quatro mil pessoas no Rio de Janeiro. A caixa "Elis Regina nos Anos 60" apresenta 12 álbuns do início da carreira da cantora. Posteriormente, outro box com mais doze CD's será lançado com raridades e a segunda parte de sua discografia. Já Nara, ganhou um site com conteúdo sobre sua carreira, bancado pela filha Isabel Diegues com streaming de suas músicas, cartas, rascunhos e uma cronologia completa de sua vida. E, é isso. Em entrevista à Folha de S. Paulo, Diegues disse esse é um "presente" pelo aniversário da mãe. A gravadora responsável por Nara, a Universal, disse não ter nada especial preparado.
Conheça coincidências e rivalidades de Nara Leão e Elis Regina Nara Leão nasceu em Vitória em 19 de janeiro e morreu aos 47 anos vítima de um tumor cerebral em junho de 1989. Elis Regina morreu aos 36 anos, em 19 de janeiro de 1982, vítima de uma overdose de cocaína e álcool. Leão namorou com Ronado Bôscoli quando trabalhava no jornal "Última Hora", onde o jornalista trabalhava. O namoro terminou depois que o músico teve um caso com Maysa. Elis casou-se com Ronaldo Bôscoli em 1967. Com ele teve o filho João Marcelo Bôscoli. Ronaldo morreu de câncer na próstata em 1994. Na série "As grandes rivalidades", da extinta revista "Manchete", as duas cantoras apareceram para um ensaio fotográfico no dia 19 de janeiro...Na ocasião, depois da sessão de fotos, um dos poucos registros das duas juntas, Elis disse que não suportava Nara e queria ir embora dali. As entrevistas foram feitas separadas.
Nara sempre foi política: "Toda essa confusão começou quando apareci com o sucesso de "A banda", de Chico Buarque. Ela concorreu no mesmo festival e, dali em diante, aconteceram coisas que pessoalmente me desagradaram. Essa agressividade pueril e desequilibrada não é interessante para nenhuma de nós" (trecho de biografia). Elis define as diferenças entre as duas: "Eu sou esquentada. A Nara Leão, por exemplo, é uma pessoa que tem uma paciência histórica, sentou, esperou tudo acomodar e fez um disco certo. Aliás, ela sempre faz as coisas certas nas horas corretas e para as pessoas exatas. Eu sou guerreira e pego a metralhadora para sair atrás de quem me enche o saco". (trecho de biografia). Do UOL, em São Paulo 


O que a gente gosta, a gente guarda. Quem ama a gente, a gente cuida. E pro resto a gente mostra a língua. Cássia Eller xooo...inveja.... 
onde estou... Coisas de LaLi Cantinho da Laranja Lima Coisas sensuais de LaLi Florbela Espanca - LaLi LaLi...mulher...poema Terra e Mar Musicas 
...por LaLi
[ envie esta mensagem ]
[ link ]

|

Mãe da água doce, Rainha das cachoeiras, deusa da candura e da meiguice, dona do ouro. Oxum é a Rainha de Ijexá. Orixá da prosperidade, da riqueza, ligada ao desenvolvimento da criança ainda no ventre da mãe. Oxum exerce uma ampla influência no comportamento dos seres humanos, regendo principalmente o lado teimoso e manhoso, além daquele espírito maquiavélico que existe em todos nos. Dizem que “ a vingança é um prato que deve ser servido frio” e a articulação da vingança e seus pormenores tem a influência desta força da Natureza. Oxum rege o charme, o it, a pose. Tudo que está ligado à sensualidade, à sutileza, ao dengo, tem a regência de Oxum. Esta força é que desenvolve tais sentimentos e comportamentos nos indivíduos, sendo o sexo feminino o mais influenciado. Oxum também é o flerte, o namoro, a paquera, o carinho. É o amor, puro, real, maduro, solidificado, sensível. Oxum não chega a ser a paixão. Esta é Iansã . Oxum é o amor, aquele verdadeiro. Ela propicia e alimenta este sentimento nos homens, fazendo-os ser mais calmos e românticos. Realmente, Oxum é a Deusa do Amor. Sua força está presente no dia-a-dia, pois que não ama de verdade? Embora o mundo de hoje esteja tumultuado demais, ainda existe espaço no coração do homens para o amor. Ele ainda existe, e Oxum é quem gera este sentimentos mágico. Aliais, Oxum está muito intimamente ligada à magia. É sabido pelo povo do candomblé que o filhos de Oxum são muito chegados ao feitiço. E isso tem explicação: Oxum é a divindade africana mais ligada às Yámi Oxorongá, feiticeiras, bruxas. Com elas aprendeu a arte da magia. Por isso, os filhos de Oxum são tão poderosos nesta arte. Mas a magia está presente em quase tudo que fazemos, principalmente no que se refere ao coração, ao sentimento. Oxum é o encanto desses momentos, sua presença se dá nessas horas. Oxum é os sentimentos doces, equilibrados, maduros, sinceros, honestos. É o sentimento definitivo, aquele que dura a toda a vida. Oxum é a paz no coração, é o saber que “amo e sou amado”. Mas ele se encanta também na manha, no denguinho feminino, na vontade de ter algo, apenas por ter. Ela é o mimo, a menininha mal acostumada. É a sensualidade do “biquinho” feminino, quando quer uma coisa. É o charme! Oxum também é a água doce, o olho d’água, onde encanta seu filho Logun-Éde. É a cachoeira, o rio, que também tem a regência de seu filho. É a queda da água da cascata. Regente do ouro, ela está presente e se encanta em joalherias e outros lugares onde se trabalha com ouro, seu metal predileto e de regência absoluta. É a protetora dos ourives. Oxum é o próprio outro, e está presente em todas as peças e jóias feitas com este metal. Entretanto, a regência mais fascinante de Oxum é a fecundação, melhor, o processo de fecundação. Na multiplicação da célula mater – que vai gerar a criança, a nova vida no ventre – Exu entrega a regência para Oxum, que vai cuidar do embrião, do feto, até o nascimento. É Oxum que vai evitar o aborto, manter a criança viva e sadia na barriga da mãe. É Oxum que vai reger o crescimento desta nova vida que estará, neste período de gestação, numa bolsa de água – como ela, Oxum, rainha das águas. É sem duvida alguma, uma das regências mais fascinantes, pois é o inicio, a formação da vida. E Oxum “tomará conta” até o nascimento, quando, então, entregará para Yiá Ori (Iemanjá), que dará destino àquela criança. Como disse antes, Oxum é uma força da Natureza muito presente em nossas vidas, já que todos nós fomos gerados no útero materno; todos nós convivemos, ainda na barriga da mãe, com Oxum e, num breve sentimento de carinho e amor, estaremos desenvolvendo esta força dentro de nós. Oxum é o amor e a capacidade de sentir amor. E se amamos algo ou alguém é porque ela está viva dentro de nós. 
Lenda Filha de Oxalá, Oxum sempre foi uma moça muito curiosa, bisbilhoteira, interessada em aprender de tudo. Como sempre fora mimosa e manhosa, além de muito mimada, conseguia tudo do pai, o deus da brancura. Sempre que Oxalá queria saber de algo, consultava Ifá. O Senhor da adivinhação, para que ele visse o destino a ser seguido. Ifá, por sua vez, sempre dizia à Oxalá: - Pergunte a Exu, pois ele tem o poder de ver os búzios! E este acontecimento se repetia a cada vez que Oxalá precisava saber de algo. Isto intrigou Oxum, que pediu ao pai para aprender a ver o destino. E Oxalá disse à filha: - Oxum, tal poder pertence a Ifá, que proporcionou a Exu o conhecimento de ler e interpretar os búzios. Isto não pode lhe dar! Curiosa Oxum procurou, então, uma saída. Sabia que o segredo dos búzios estava com Exu e procurou-o para lhe ensinasse. - Ensina-me, Exu! Eu também quero saber como se vê o destino. Ao que Exu respondeu: - Não, não! O segredo é meu, e me foi dado por Ifá. Isso eu não ensino! Exu estava intransigente. Oxum sabia disso e sabia que não conseguiria não conseguiria nada com ele. Partiu, então, para a floresta, onde viviam as feiticeiras Yámi Oxorongá. Cuidadosa, foi se aproximando pouco a pouco do âmago da floresta. Afinal, sua curiosidade e a decisão de desbancar Exu eram mais fortes que o medo que sentia. Em dado momento deparou-se com as Yámi, empoleiradas nas árvores. Entre risos e gritos alucinantes, perguntaram À jovem Oxum: - O que você quer aqui mocinha? - Gostaria de aprender a magia! Disse Oxum, em tom amedrontado. - E por que quer aprender a magia? - Quero enganar Exu e descobrir o segredo dos búzios! As Yámi, há muito querendo “pegar Exu pelo pé”, resolveram investir na jovem Oxum, ensinando-lhe todo o tipo de magia, mas advertiram que, sempre que Oxum usasse o feitiço, teria que fazer-lhes uma oferenda. Oxum concordou e partiu. Em seu reino, Oxalá já se preocupava com a demora da filha que, ao chegar, foi diretamente ao encontro de Exu. Ao encontrar-se com este, Oxum insistiu: - Ensina-me a ver os búzios, Exu? - Não e não! Foi sua resposta. Oxum, então, com a mão cheia de um pó brilhante, mandou que Exu olhasse e adivinhasse o que tinha escondido entre os dedos. Exu chegou perto e fixou o olhar. Oxum, num movimento rápido, abriu a mão e soprou o pó no rosto de Exu, deixando-o temporariamente cego. - Ai! Ai! Não enxergo nada, onde estão meus búzios? Gritava Exu. Oxum, fingindo preocupação e interesse em ajudar, perguntou a Exu: - Eu os procuro, quantos búzios, formam o jogo? - Ai! Ai! São 16 búzios. Procure-os para mim, procure-os! - Tem certeza de que são 16, Exu? E por que seriam 16? - Ora, ora, porque 16 são os Odus e cada um deles fala 16 vezes, num total de 256. - Ah! Sei. Olha, Exu, achei um, ele é grande! - É Okanran! Ai! Ai! Não enxergo nada! - Olha, achei outro, é menorzinho. - É Eji-okô, me dê, me dê! - Ih! Exu,. Achei um compridinho! - E Etá-Ogundá, passa para cá.... E assim foi , até chegar ao ultimo Odu, Inteligente, oxum guardou o segredo do jogo e voltou ao seu reino. Atrás de si, deixou Exu com os olhos ardidos e desconfiados de que fora enganado. - Hum! Acho que essa garota me passou para trás! No reino de Oxalá, Oxum disse ao seu pai que procurara as Yámi, que com elas aprendera a arte da magia e que tomara de Exu o segredo do Jogo de Búzios. Ifá, o Senhor da adivinhação, admirado pela coragem e inteligência de Oxum, resolveu dar-lhe, então, o poder do jogo e advertiu que ela iria regê-lo juntamente com Exu. Oxalá quis saber ao certo o porquê de tudo aquilo e pediu explicações à filha. Meiga, Oxum respondeu ao pai: - Fiz tudo isso por amor ao Senhor, meu pai. Apenas por amor! “Ora Yê Yê, amor.... Ora Yê Yê, Oxum... 
Dados Dia: Sábado; Data: 8 de dezembro; Metal: latão e ouro, o bronze e o cobre; Cor: amarelo; Partes do corpo: todo o rosto, o baixo ventre, o baço; às vezes o coração; patrona do ventre; a terceira visão e a circulação sanguínea (os rios); Comida: omoolocum e banana fritas; Arquétipos: calmos, carinhosos, desprendidos, vaidosos, volúveis, altruístas, sonhadores, muito elegantes apaixonados, por jóias, perfumes e vestimentas caras; símbolo do charme e beleza, sensuais, porém reservados, evitam chocar a opinião publicar à qual dão grande importância; sob sua aparência calma e sedutora, escondem uma vontade muito forte, um grande desejo de ascensão social. Símbolo: abebê 


onde estou...
Coisas de LaLi Cantinho da Laranja Lima Coisas sensuais de LaLi Florbela Espanca - LaLi LaLi...mulher...poema Terra e Mar Musicas
...por LaLi
[ envie esta mensagem ]
[ link ]

|

Eparrei, minha Mãe Iansã Orixá feminino, filha de Oxalá e Iemanjá, Rainha dos ventos e das tempestades, deusa dos relâmpagos,rege os ciclones, furacões, vendavais, temperamental, autoritária, Iansã sabe fazer prevalecer a sua vontade, sabe defender o que é seu e sabe demonstrar todo o seu grande amor e alegria. Orixá das paixões e aventuras.Senhora da Tarde, Dona dos Espíritos. Oyá, mais conhecida no Brasil como Iansã, . É passional, audaciosa, alegre, agitada, líder, vaidosa, intrigante, vingativa, irritável. Iansã jamais abandona os seus filhos, lutando como um tigre para protegê-los de todos os males, além de ser incentivadora dos estudos, invenções, pesquisas científicas e das artes. No sincretismo religioso, Iansã é representada por Santa Bárbara, quando se manifesta como Iansã-Oiá, ou por Santa Joana D'Arc, quando se manifesta como Iansã do Balê (ou seja, do fogo), Iansã-Funã (sincretizada como Santa Madalena). Tem ligação com o mundo subterrâneo, onde habitam os mortos, sendo o único orixá capaz de enfrentar os eguns. Iansã também favorece a fecundidade, Deusa das tempestades, contribui para a fertilidade do solo. As filhas de Iansã são mulheres audaciosas, poderosas, autoritárias e dinâmicas. Estão sempre procurando algo para se ocupar, são cheias de iniciativa e determinação. São mulheres que nunca passam despercebidas, pois são combativas, teimosas e temperamentais, mas também podem ser doces e meigas, quando possuem interesse em seduzir algum homem. (Alguém notou alguma semlhança???) Suas cores: amarelo, vermelho e coral Saudação: Eparrei! Seu dia: Quarta-feira Comida: acarajé. Elemento: fogo, O que faz: dá coragem e impulsividade; protege contra desastres e acidentes. Pedras: rubi, coral, granada. Festa: 4 de dezembro, dia de Santa Bárbara, com quem está identificada. Suas insígnias são o cálice, a espada e o leque. Seus domínios são os ventos e as tempestades 
Oração à Iansã Santa guerreira que ao meu lado caminha Com sua espada de ouro e sua taça na mão És para mim toda beleza, venero sua beleza Guardo-a em meu coração, Quando ela roda sua saia irradia Deusa da Ventania É a Rainha Trovão com meu Pai Xangô Iansã fez a morada, ela roda sua saia No romper da madrugada Eparrei Ioiá Saravá Iansã, ela é Rainha, é Orixá No Candomblé, sua cor é o vermelho, na Umbanda, sua cor é amarelo, coral em alguns terreiros, também o azul, usado em toalhas, guias (colares), roupas, enfeites e outros haveres, aceitam velas azuis-claras, vermelhas e brancas. Seus cânticos, geralmente, demonstram autoridade, independência, poder de decisão, em seus pontos é comum fazer referências a Xangô (seu esposo), devido a ser fiel propagadora dos idéias de justiça do Orixá Xangô. Nas giras, nos terreiros, os médiuns incorporados, executam uma dança expansiva, ficam com atitudes elegantes, gestos ativos, ocupando amplo espaço, girando, tornando-se o centro das atenções do terreiro.

Prece a Iansã Saravá Iansã a grande guerreira, Orixá do raio e do vento, que ajuda com sua energia vencer as lutas e as dificuldades. Saravá Senhora Rainha dos ventos proteja todos nós. Oyá Deusa do rio Niger, senhora dos ventos e das tempestades. Coloco em tuas mãos minhas ações na luz de tua luz, eu te consagro todos os minutos e horas desse dia, meus trabalhos, minhas preocupações, meus desejos, os meus laseres são teus. Daí – me hoje a tua luz poderosa para que eu compreenda todo bem que preciso fazer e tenha força para não ceder o mal que tenta bater em minha porta, que eu consiga ser mais fraterno, mais irmão, mais compreensivo e capaz de perdoar. Dirija meus passos no caminho do bem e do amor, e hoje mais que ontem todos nós possamos contar com sua orientação, com a tua benção, com o teu amor. Com tua espada haveremos de cortar as demandas dos invejosos, dos falsos, dos inimigos, dos olhos grandes, que necessitam de enxergar a verdade. Dando conformação aqueles que sofrem, com a força dos teus raios, nós te pedimos, que acenda a chama da vida dos que estão desenganados, de a eles força para continuar lutando na cura de seus males. Saravá Iansã majestosa Senhora a vossa proteção em vosso louvor em brado unidos saudamos. Êpa Rei Iansã !  Oração a Santa Bárbara " Santa Bárbara, que sois mais forte que as torres das fortalezas e a violência dos furacões, fazei que os raios não me atinjam, os trovões não me assustem e o troar dos canhões não me abalem a coragem e a bravura. Ficai sempre ao meu lado para que possa enfrentar de fronte erguida e rosto sereno todas as tempestades e batalhas de minha vida, para que, vencedor de todas as lutas, com a consciência do dever cumprido, possa agradecer a vós, minha protetora, e render graças a Deus, criador do céu, da terra e da natureza: este Deus que tem poder de dominar o furor das tempestades e abrandar a crueldade das guerras. Por Cristo, nosso Senhor. Assim seja. " 



onde estou... Coisas de LaLi Cantinho da Laranja Lima Coisas sensuais de LaLi Florbela Espanca - LaLi LaLi...mulher...poema Terra e Mar Musicas
...por LaLi
[ envie esta mensagem ]
[ link ]

|

"Gosto e preciso de ti, Mas quero logo explicar, Não gosto porque preciso. Preciso sim, por gostar. " Mario Lago 

A Sua Marisa Monte Eu só quero que você saiba Que estou pensando em você Agora e sempre mais Eu só quero que você ouça A canção que eu fiz pra dizer Que eu te adoro cada vez mais E que eu te quero sempre em paz
Tô com sintomas de saudade Tô pensando em você E como eu te quero tanto bem Aonde for não quero dor Eu tomo conta de você Mas te quero livre também Como o tempo vai e o vento vem
Eu só quero que você caiba No meu colo Porque eu te adoro cada vez mais Eu só quero que você siga Para onde quiser Que eu não vou ficar muito atrás
Tô com sintomas de saudade Tô pensando em você E como eu te quero tanto bem Aonde for não quero dor Eu tomo conta de você Mas te quero livre também Como o tempo vai e o vento vem
Eu só quero que você saiba Que estou pensando em você Mas te quero livre também Como o tempo vai e o vento vem E que eu te quero livre também Como o tempo vai e o vento vem 
Esse post também ofereço a minha amiga que adoro Silvia Regina!!! 
onde estou... Coisas de LaLi Cantinho da Laranja Lima Coisas sensuais de LaLi Florbela Espanca - LaLi LaLi...mulher...poema Terra e Mar Musicas
...por LaLi
[ envie esta mensagem ]
[ link ]

|
...hum...rsrsrs...meu EU.? 
Treinando para ser pai "Filhos melhor não tê-los”, já dizia o Vinícius de Moraes em seu Poema Enjoadinho (mas, como ele mesmo completou, só os tendo pra saber como é). Criança não vem com manual de instrução, né, e boa parte dos conselhos dados pelos autores de livros para bebês, psicólogos, pediatras, sites e os amigos e familiares sabichões (“vai por mim, eu sou pai, sei como é!”) desce pelo ralo rapidinho em prol de uma ‘paternidade de resultados’ – porque, assim como no futebol, ‘na prática a teoria é outra’. A paternidade é tudo de bom, mas enquanto as meninas costumam ser preparadas desde cedo para a gloriosa tarefa de ser mãe e cuidar dos pimpolhos, os meninos crescem e ficam aí, sem saber como ajudar a patroa na hora do banho, da papinha e da cólica do bebê. Não sei de onde veio este texto, mas ele pode te ajudar a responder à pergunta: Estou pronto para ser pai? E se você já entrou para o clube, parabéns pelo dia de hoje! * Vestindo a roupinha Compre um polvo vivo de bom tamanho e vá colocando, sem machucar a criatura, nesta ordem: fraldas, macaquinho, blusinha, calça, sapatinhos, casaquinho e touquinha. Não é permitido amarrar nenhum dos membros. Tempo de duração da tarefa: UMA MANHÃ.. * Comendo a sopinha Faça um buraquinho num melão, pendure o melão de lado no teto com um barbante comprido e balance-o vigorosamente. Agora tente enfiar a colherinha com a sopa no buraquinho. Continue até ter enfiado pelo menos a metade da sopa pelo buraquinho. Despeje a outra metade no seu colo Não é permitido gritar. Limpe o melão, limpe o chão, limpe as paredes, limpe o teto, limpe os móveis à volta. Vá tomar um banho. Tempo para a execução da tarefa: UMA TARDE… * Passeando com a criança Vá para a pracinha mais próxima. Agache-se e pegue uma bituca de cigarro. Atire fora a bituca, dizendo com firmeza: NÃO! Agache-se e pegue um palito de picolé sujo. Atire fora o palito, dizendo com firmeza: NÃO! Agache-se e pegue um papel de bala. Atire fora o papel de bala, dizendo com firmeza: NÃO! Agache-se e pegue uma barata morta, dizendo com firmeza: NÃO! Faça isso com todas as porcarias que encontrar no chão da pracinha. Tempo para execução: O DIA INTEIRO. * Passando a noite com o bebê para acalmá-lo ou fazê-lo dormir Pegue um saco de arroz de 5 kg e passeie pela casa com ele no colo das 20 às 21 horas. Deite o saco de arroz. Às 22:00 pegue novamente o saco e passeie até às 02:00. Deite o saco e você. Levante às 02:15 e vá ver a Sessão Corujão porque não consegue mais pegar no sono. Deite às 03:00. Levante às 03:30, pegue o saco de arroz e passeie com ele até às 04:15. Deitem-se os dois (cuidado para não usar o saco de travesseiro) . Levante às 06:00 e pratique o exercício de alimentar o melão. Não é permitido chorar perto do saco. * Geral Repita tudo o que você disser (frases ou palavras), pelo menos cinco vezes. Repita a palavra NÃO a cada 10 minutos, fazendo o gesto com o dedinho. Gaste uma pequena parcela do seu orçamento (90%) com leite em pó, fraldas, brinquedos, roupinhas. Passe semanas a fio sem transar, sem ir ao cinema, sem beber, sem sair com os amigos e adulando o saco, sorrindo e bincando com ele no colo.. Pronto…agora você já deve estar pronto para ter filhos!!!! http://cronicasurbanas.wordpress.com
   onde estou... Coisas de LaLi Cantinho da Laranja Lima Coisas sensuais de LaLi Florbela Espanca - LaLi LaLi...mulher...poema Terra e Mar Musicas   
...por LaLi
[ envie esta mensagem ]
[ link ]

|

“A Aracy, minha mulher, Ara, pertence este livro”. Com esta epígrafe, começa um dos maiores fenômenos da literatura mundial, Grande Sertão: Veredas, a obra-prima de João Guimarães Rosa. No entanto, ao se comemorar os 50 anos da sua publicação, pouco se falou sobre esta mulher. Mas haveria motivos de sobra para manter viva a chama da memória de Aracy – ainda que ela não tivesse sido a companheira de um dos maiores escritores brasileiros de todos os tempos. 
Uma heroína quase esquecida
A fascinante história de Aracy Guimarães Rosa, uma brasileira que ajudou a salvar dezenas de judeus do nazismo e foi colocada por Israel no mesmo patamar de mitos como Oskar Schindler. Dona Aracy estava prestes a completar 100 anos (faleceu no dia 03/03/2011 aos 102 anos)*. Morava com o filho único Eduardo e a nora Beatriz num apartamento no bairro dos Jardins, em São Paulo. Ela já não andava e não reconhecia ninguém, à exceção do filho, vez por outra. Sofria do mal de Alzheimer. Sob os cabelos completamente embranquecidos, brilhavam olhos faiscantes. Um sorriso maroto, intermitente, brotava de seu rosto, resgatando de maneira tênue a energia da mulher corajosa, determinada e inteligente que ela foi no passado. E, acima de tudo, discreta. Tão discreta que poucos conheciam a sua fascinante história.  Em 1985, Aracy vê seu nome no Jardim dos Justos. Paranaense de Rio Negro, filha de pai brasileiro e mãe alemã, separada do primeiro marido, Johannes Edward Ludwig Tess, numa época em que o casamento era sagrado, Aracy Moebius de Carvalho mudou-se para a Alemanha em 1934 para morar com uma tia e com o filho Eduardo, então com cinco anos. Fluente em alemão, francês e inglês, encontrou trabalho no consulado brasileiro em Hamburgo, como chefe do setor de vistos. Chocada com a perseguição aos judeus promovida pelo nazismo, Aracy resolveu ignorar as determinações do Itamaraty para impedir a entrada dos "semitas" no Brasil e ajudou a conceder vistos a dezenas deles, talvez uma centena. 
Em 1938, o diplomata João Guimarães Rosa, que depois se tornaria um dos maiores escritores brasileiros, foi nomeado cônsul-adjunto em Hamburgo. Ele teve pleno conhecimento da "transgressão" de Aracy e lhe deu apoio. Rosa quando foi para a Alemanha, deixou mulher e duas filhas no Brasil. Quando voltaram juntos ao Brasil, em 1942, Rosa e Aracy casaram-se por procuração, no México, já que ainda não era permitido o divórcio aqui. Eles ficaram juntos até a morte dele em 1967. Casaram-se em 1940. obra-prima da literatura brasileira, foi dedicado a Aracy, carinhosamente chamada de "Ara" por Guimarães Rosa. Dedicado, não; dado: "A Aracy, minha mulher, Ara, pertence esse livro". A solidariedade do casal a perseguidos não se limitou à época do nazismo. Em 1964, eles ajudaram o jornalista e crítico literário Franklin de Oliveira a se exilar. Em 1968, quando as trevas do AI-5 desabaram sobre o País, Aracy, já viúva, escondeu em sua casa no Rio de Janeiro o cantor e compositor Geraldo Vandré, perseguido pela repressão política. Pelo seu trabalho em Hamburgo, em 1983 Aracy de Carvalho Guimarães Rosa foi incluída entre os quase 22 mil nomes que estão no Jardim dos Justos, no Museu do Holocausto, em Jerusalém. Tratase de uma homenagem e um reconhecimento que o Estado de Israel presta aos góim (não-judeus) que ajudaram judeus a escapar do genocídio. Entre os mais famosos estão o empresário alemão Oskar Schindler - que inspirou o filme A lista de Schindler, de Steven Spielberg - e o diplomata sueco Raoul Wallenberg. Apenas outro brasileiro, o embaixador Luiz de Souza Dantas (1876-1954), recebeu a mesma honraria, em 2003. "Discreta, sem jamais ter caído na tentação de se promover por ter sido quem foi, Aracy paga hoje o preço do esquecimento", diz o historiador e escritor René Daniel Decol, empenhado no resgate dessa personagem. "Até sua influência sobre o escritor tem sido negligenciada pela crítica, pelos historiadores da literatura e pela mídia." Segundo a Concise Encyclopedia of the Holocaust, editada pela International School for Holocaust Studies, Yad Vashem, Aracy começou a ajudar os judeus depois do progrom ocorrido na noite de 9 de novembro de 1938, que ficaria conhecido como Kristallnacht - Noite dos Cristais. Naquela noite, hordas nazistas na Alemanha e na Áustria atacaram e destruíram sinagogas, residências e estabelecimentos comerciais judaicos, matando cerca de 90 pessoas, marcando o início da repressão aos judeus que terminaria na "solução final", o extermínio puro e simples. Apesar de ter um filho pequeno e a mãe que dependia dela, Aracy não se intimidou. "Minha mãe achava aquilo tudo injusto, ignorou a determinação do Itamaraty e, com a maior discrição, continuou a preparar os processos de vistos para judeus, à revelia de seus superiores", disse a ISTOÉ o advogado Eduardo de Carvalho Tess, filho de Aracy. Para tanto, ela contou com a cumplicidade de um funcionário da polícia de Hamburgo, que emitia passaportes para judeus sem o infame "J" vermelho que os identificava como tais. Isso viabilizava a emissão de vistos para eles, que passavam por europeus. "Depois, ela enfiava os vistos no meio da papelada que despachava com o cônsul-geral, que os assinava sem ver", diz Tess. Clandestinamente o carro do serviço consular para transportar judeus que se escondiam em sua casa e em casas de amigos e para distribuir entre eles alimentos que ela desviava da cota que o consulado recebia - na época da guerra, a Alemanha vivia sob racionamento. "Muitas vezes, ela transportou judeus no porta-malas do carro do consulado. Eu me lembro que era um Opel Olympia alemão. Chegou a levar uma pessoa até a Dinamarca", diz o filho. Personalidade forte, Aracy não se intimidava quando era parada pela Gestapo. Pelo menos uma vez, enfrentou os policiais de dedo em riste, desconcertando-os com seu alemão impecável. "Minha mãe exibia muita segurança e autoridade, os alemães respeitavam a autoridade." O trabalho de Aracy evitou que muitos judeus tivessem o mesmo destino de milhões de vítimas dos campos de extermínio nazistas. Testemunhos de judeus que foram salvos por Aracy contam que ela os acompanhava até o camarote do navio para assegurar proteção diplomática e, muitas vezes, levava as jóias, bens e dinheiro dos refugiados em sua bolsa para evitar que fossem confiscados pela polícia nazista. Uma delas é Maria Margareth Bertel Levy, que também está prestes a completar 100 anos e, por problemas de saúde, já não pode mais falar. Em 2006, contudo, ela gravou um depoimento ao historiador René Decol: "Aracy me levou pessoalmente ao navio, usando seu passaporte diplomático." Margareth talvez seja a última das pessoas salvas por Aracy ainda viva. "Pelas informações que tenho, minha mãe deve ter salvo, no total, cerca de 100 pessoas", calcula Tess. Uma das poucas vezes que Aracy falou sobre si foi em 1983, quando recebeu a homenagem do Estado de Israel: "Nunca tive medo, quem tinha medo era o Joãozinho (o escritor Guimarães Rosa). Ele dizia que eu exagerava, mas não se metia muito e me deixava ir fazendo", disse Aracy ao Jornal do Brasil. Aracy atuou espremida entre o nazismo alemão e o Estado Novo de Getúlio Vargas, no contexto maior de uma era que o filósofo britânico Isaiah Berlin definiu como "a mais terrível da história". O Brasil atravessava tempos de racismo e xenofobia. Desde 1921, sucessivos governos vinham criando barreiras à entrada dos "apátridas" da Primeira Guerra Mundial, em especial aos judeus russos fugidos da Revolução Bolchevique de 1917, tratados num documento oficial como "semitas indesejáveis para compor a população brasileira". Em 1933, Adolf Hitler tomou o poder na Alemanha e começou a perseguir judeus, ciganos, homossexuais, liberais, socialistas e comunistas. No Brasil, a Assembléia Constituinte de 1934 discutiu abertamente políticas de "branqueamento", a eugenia estava em alta, o assunto da hora era o "perigo amarelo" (os japoneses) e nossas elites acreditavam na relação entre a etnia e a ética. Chegou-se a discutir a proibição à imigração de japoneses e negros, mas logo essa aberração foi substituída por cotas de imigração, que privilegiavam alemães, portugueses e suecos. Em 1935, Hitler criou as Leis de Nuremberg contra os judeus e começou a avançar sobre o Leste Europeu. Aumentou então a fuga de judeus para as Américas. De início, eles entravam no Brasil na cota de alemães e austríacos. O Itamaraty reagiu com a Circular Secreta 1127, de 1937, restringindo a entrada de todos os "semitas". 
Aracy era uma diplomata meticulosa, que se preocupava em anotar detalhes do trabalho. As embaixadas brasileiras na Europa tinham ordens expressas do Itamaraty para não conceder vistos a judeus. As representações mais duras foram as da Alemanha, onde o embaixador Cyro de Freitas Vale era um germanófilo, anti-semita e simpatizante assumido do nazismo, e da Itália, onde o encarregado de negócios, Jorge Latour, também era um anti-semita agressivo. O chefe de Aracy, o cônsul-geral do Brasil em Hamburgo, Joaquim de Souza Ribeiro, não era anti-semita, mas um diplomata disciplinado. Dificultava ao máximo a concessão de vistos a judeus para não desagradar ao embaixador e ao governo. "Eram raríssimos os funcionários do Itamaraty que ajudavam os judeus", diz a professora da USP Maria Luiza Tucci Carneiro, autora de O anti-semitismo na era Vargas. "Se a Aracy facilitou, o fez correndo perigo." De volta ao Brasil, ela se dedicou inteiramente a colaborar com a atividade literária do marido. Mas ainda voltaria a desafiar o arbítrio. O escritor Franklin de Oliveira relata no prefácio de 1992 de Grande sertão: veredas, que em 1964, quando começou a caça às bruxas, Aracy e Guimarães Rosa quiseram que ele fosse se esconder na casa deles. A oferta foi recusada, e então eles organizaram uma lista de embaixadas nas quais o escritor pudesse buscar asilo. 
Aracy (sentada) e sua amiga inseparável, Margarida. Em 1968, pouco depois de ter se tornado viúva, Aracy participava de reuniões de intelectuais que se opunham à ditadura militar no País. No dia 13 de dezembro, quando o regime baixou o AI-5, um dos artistas caçados pela polícia encontrou guarida no apartamento de Aracy no Posto 6, Arpoador, com vista para o Forte de Copacabana. Era o compositor Geraldo Vandré, autor de Pra não dizer que não falei das flores. "Do apartamento, ele podia ver a movimentação de soldados e policiais na rua", diz Tess. Aracy morreu no dia 3 de março de 2011 em São Paulo, de causas naturais, aos 102 anos. O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso e o ex-ministro José Gregori compareceram ao velório, no Hospital Albert Einstein, foi cremada no Crematório Horto da Paz e iria completar 103 anos no dia 20 de abril. Revista ISTOÉ - Edição 1994 - 23/1/2008/Migalhas Wikipédia / /www.digestivocultural.com .
meu EU... para nós... .
. Mar de Setembro .
Tudo era claro: céu, lábios, areias. O mar estava perto, Fremente de espumas. Corpos ou ondas: iam, vinham, iam, dóceis, leves, só alma e brancura. Felizes, cantam; serenos, dormem; despertos, amam, exaltam o silêncio. Tudo era claro, jovem, alado. O mar estava perto, puríssimo, doirado. .
Eugenio de Andrade . 
. onde estou... Coisas de LaLi Cantinho da Laranja Lima Coisas sensuais de LaLi Florbela Espanca - LaLi LaLi...mulher...poema Terra e Mar Musicas
...por LaLi
[ envie esta mensagem ]
[ link ]

|
|

|
|
|


Pra você eu guardei Um amor infinito Pra você procurei O lugar mais bonito Pra você eu sonhei O meu sonho de paz Prá você me guardei demais, demais...



Sejam Benvindos(as)


|
|